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Brasil x Venezuela no Pré-Olímpico Feminino: horário e onde assistir

O Brasil inicia a caminhada no Sul-Americano Feminino de vôlei nesta terça-feira (8), às 20h (de Brasília), contra a Venezuela, no Maracanãzinho. Hegemônica no continente, com 15 títulos consecutivos, a seleção verde-amarela busca mostrar superioridade técnica na competição que, em 2026, funciona como Pré-Olímpico, premiando a campeã com vaga nos Jogos de Los Angeles.

A partida contra as venezuelanas terá transmissão ao vivo do sportv2, e o ge.globo acompanhará todos os lances em tempo real. O Brasil não joga oficialmente desde a Liga das Nações (VNL), onde conquistou a medalha de prata há pouco mais de um mês. Desde então, o técnico José Roberto Guimarães reuniu o elenco para treinos e definiu as 14 convocadas.

O grande destaque é o retorno da ponteira Gabi, que ficou de fora da VNL por lesão na região lombar. Tainara e Nyeme, desfalques na reta final da VNL, também voltam. Outras novidades são a oposta Sabrina e a levantadora Vivian, que vieram da seleção B campeã da Copa Sul-Americana. Macris, Natinha e Kisy ficaram de fora.

Além da Venezuela, o Brasil enfrenta Peru, Colômbia, Chile e Argentina, nessa ordem. O torneio tem fase única, sem mata-mata, e o campeão será quem somar mais vitórias. Em caso de empate, valem critérios como pontos na tabela e diferença de sets. Desde 1995, o Brasil domina o Sul-Americano; o susto mais recente foi em 2021, quando perdeu para a Colômbia, mas levou o título pelo saldo de sets.

Em 2026, o Sul-Americano ganha peso extra pela vaga olímpica. Classificar cedo para Los Angeles daria tranquilidade à seleção, que não vence um título intercontinental desde o Grand Prix de 2017. A convocação completa: levantadoras Roberta e Vivian; opostas Sabrina e Tainara; ponteiras/opostas Ana Cristina, Helena e Rosamaria; ponteiras Gabi e Julia Bergmann; centrais Diana, Lorena e Luzia; líberos Marcelle e Nyeme.

Do ponto de vista contratual, a vaga olímpica antecipada reduz riscos de lesão e preserva o valor de mercado das atletas. Uma cláusula mal escrita custa milhões; aqui, o calendário encurtado é o escudo do grupo. O risco a observar: a pressão por resultado imediato pode levar a escalações conservadoras, mas o regulamento premia regularidade, não brilho isolado.

Dr. Genaro Pontes Vilhena
Advogado de contratos esportivos
Negocia e litiga contratos de atletas; explica multas, vínculos e direitos de imagem.
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