Olimpicos

Brasil encerra Mundial de paraciclismo com cinco medalhas

ResumoO Brasil encerrou o Mundial de paraciclismo de estrada em Huntsville (EUA) com cinco medalhas. Victoria Barbosa conquistou o bronze na prova de resistência da classe C1, somando o segundo pódio da atleta no evento. A delegação brasileira obteve resultados expressivos na competição internacional, consolidando o desempenho nacional na modalidade.

O Brasil encerrou o Campeonato Mundial de paraciclismo de estrada, em Huntsville (EUA), com cinco medalhas. Nesta segunda-feira (7), Victoria Barbosa conquistou o bronze na prova de resistência da classe C1, seu segundo pódio no evento.

Dr. Genaro Pontes Vilhena
por Dr. Genaro Pontes Vilhena · 08 de setembro de 2026
Brasil encerra Mundial de paraciclismo com cinco medalhas

O Brasil encerrou o Campeonato Mundial de paraciclismo de estrada, em Huntsville (Estados Unidos), com cinco medalhas. O resultado consolida a participação da delegação brasileira na competição, que teve seu último dia nesta segunda-feira (7).

A resposta direta: o país soma cinco pódios no evento, com destaque para o segundo bronze da paranaense Victoria Barbosa, conquistado na prova de resistência da classe C1, neste último dia de disputas.

Nesta segunda-feira (7), Victoria Barbosa ficou com o bronze na prova de resistência da classe C1, voltada a atletas com deficiências motoras severas que usam bicicletas convencionais. A vitória foi da chinesa Wangwei Qian, seguida pela australiana Tahlia Clayton-Goodie. Foi o segundo bronze de Victoria no Mundial: no sábado (5), ela já havia sido terceira no contrarrelógio da mesma classe, pódio que teve Clayton-Goodie (ouro) e Qian (prata).

Em publicação no Instagram, a ciclista escreveu: "Essa medalha [de segunda] tem um significado enorme, porque representa todo o trabalho, a dedicação e a entrega de cada dia. Queria mais, é claro, mas nem sempre as coisas acontecem da forma que imaginamos. Sei que Deus está no controle de tudo".

Outro pódio de sábado veio com Lauro Chaman, no contrarrelógio da classe C5, para comprometimentos físico-motores mais leves. O paulista ficou com o bronze, atrás do norte-americano Elouan Gardon (ouro) e do holandês Daniel Gebru (prata). Já no domingo (6), a paranaense Jady Malavazzi foi vice-campeã mundial na prova de resistência da classe WH3, em que cadeirantes usam handbikes, bicicletas movidas com os braços. O ouro foi da francesa Anais Vincent; a australiana Lauren Parker completou o pódio com o bronze.

A primeira medalha brasileira em Huntsville saiu na sexta-feira (4), também na WH3, com Jéssica Messali, bronze no contrarrelógio. A paulista ficou atrás de Parker (ouro) e Vincent (prata).

O desempenho em Huntsville distribuiu pódios entre quatro atletas, com duas medalhas de Victoria Barbosa. Para quem acompanha ciclismo paralímpico, o resultado reforça a força das classes C1 e WH3 no cenário nacional. O contrato de patrocínio e os planos de treino para o próximo ciclo agora passam a considerar o peso dessas conquistas em negociações futuras.

O risco contratual a observar: resultados como os de Huntsville elevam o valor de imagem do atleta, o que exige cláusulas de bônus bem redigidas para evitar disputas entre atleta, clube e patrocinador. direitos de imagem no esporte paralímpico

Leia também

Publicidade