Guarani tem quase dois times em fim de contrato; veja quem pode ficar
O Guarani trabalha na avaliação do elenco que ficará à disposição do técnico Umberto Louzer na próxima temporada. Ao todo, 21 jogadores têm contrato com o clube até o fim de 2026, número suficiente para formar praticamente dois times. A diretoria discute a situação dos atletas em fim de vínculo para definir quem pode permanecer em Campinas.
As primeiras avaliações são feitas pelo executivo de futebol Carlos Frontini e pela comissão técnica de Louzer. O planejamento, porém, depende também do avanço do processo de SAF. Enquanto a definição não chega, o clube segue à procura de reforços e em compasso de espera sobre o próprio futuro institucional.
Hebert já saiu e o Bugre manteve parte dos direitos
Um dos jogadores que já deixou o clube é Hebert. O atacante rescindiu o contrato com o Guarani e assinou com o Londrina, enquanto o Bugre manteve parte dos direitos econômicos. A saída mostra o caminho que outros atletas em fim de vínculo podem seguir nos próximos meses.
O caso de Hebert ajuda a entender o método da diretoria: não se trata apenas de decidir quem fica, mas de preservar valor em eventuais rescisões. A manutenção de parte dos direitos econômicos é o tipo de cláusula que protege o clube quando o atleta sai antes do término do vínculo.
O que a SAF muda no planejamento
O executivo de futebol citou erros que marcaram a temporada do Guarani. A avaliação do elenco, portanto, não é apenas técnica: passa pela leitura do que deu errado em campo e pela expectativa de mudança na gestão. Com a SAF ainda em definição, o clube não pode fechar todas as portas nem abrir todas de uma vez.
A espera tem consequência prática. Cada renovação ou rescisão mexe no caixa e no tamanho do plantel. Um número de 21 contratos até o fim de 2026 dá margem para montar dois times, mas também obriga a diretoria a escolher com critério quem realmente interessa ao projeto de Louzer.
Quem pode ficar
A diretoria discute a situação dos atletas em fim de vínculo para definir quem pode permanecer em Campinas. As primeiras avaliações são feitas por Frontini e pela comissão técnica. O planejamento depende do avanço da SAF, o que impede uma resposta fechada neste momento.
O que se sabe até aqui:
- 21 jogadores têm contrato até o fim de 2026
- Carlos Frontini e a comissão de Louzer fazem as primeiras avaliações
- A definição depende do avanço do processo de SAF
- Hebert rescindiu e assinou com o Londrina, com o Bugre mantendo parte dos direitos econômicos
- O clube segue à procura de reforços
A competição só existe se a regra valer para todos. No caso do Guarani, a regra do momento é a espera: sem SAF definida, cada decisão sobre o elenco é tomada com o que se tem em mãos, não com o que se espera ter.