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Guarani tem quase dois times em fim de contrato; veja quem pode ficar

ResumoO Guarani tem 21 jogadores com contratos se encerrando, cenário que exige decisões sobre renovações para 2026 enquanto o clube aguarda a definição da SAF. O lateral Hebert já rescindiu e assinou com o Londrina. A situação pressiona a diretoria a definir quais atletas permanecem no elenco para a próxima temporada.

O Guarani trabalha na avaliação do elenco para 2026 enquanto espera a definição da SAF. São 21 jogadores em fim de vínculo, número que formaria quase dois times. Hebert já rescindiu e assinou com o Londrina.

Dr. Faustino Aragão Belluci
por Dr. Faustino Aragão Belluci · 11 de setembro de 2026
Guarani tem quase dois times em fim de contrato; veja quem pode ficar

O Guarani trabalha na avaliação do elenco que ficará à disposição do técnico Umberto Louzer na próxima temporada. Ao todo, 21 jogadores têm contrato com o clube até o fim de 2026, número suficiente para formar praticamente dois times. A diretoria discute a situação dos atletas em fim de vínculo para definir quem pode permanecer em Campinas.

As primeiras avaliações são feitas pelo executivo de futebol Carlos Frontini e pela comissão técnica de Louzer. O planejamento, porém, depende também do avanço do processo de SAF. Enquanto a definição não chega, o clube segue à procura de reforços e em compasso de espera sobre o próprio futuro institucional.

Hebert já saiu e o Bugre manteve parte dos direitos

Um dos jogadores que já deixou o clube é Hebert. O atacante rescindiu o contrato com o Guarani e assinou com o Londrina, enquanto o Bugre manteve parte dos direitos econômicos. A saída mostra o caminho que outros atletas em fim de vínculo podem seguir nos próximos meses.

O caso de Hebert ajuda a entender o método da diretoria: não se trata apenas de decidir quem fica, mas de preservar valor em eventuais rescisões. A manutenção de parte dos direitos econômicos é o tipo de cláusula que protege o clube quando o atleta sai antes do término do vínculo.

O que a SAF muda no planejamento

O executivo de futebol citou erros que marcaram a temporada do Guarani. A avaliação do elenco, portanto, não é apenas técnica: passa pela leitura do que deu errado em campo e pela expectativa de mudança na gestão. Com a SAF ainda em definição, o clube não pode fechar todas as portas nem abrir todas de uma vez.

A espera tem consequência prática. Cada renovação ou rescisão mexe no caixa e no tamanho do plantel. Um número de 21 contratos até o fim de 2026 dá margem para montar dois times, mas também obriga a diretoria a escolher com critério quem realmente interessa ao projeto de Louzer.

Quem pode ficar

A diretoria discute a situação dos atletas em fim de vínculo para definir quem pode permanecer em Campinas. As primeiras avaliações são feitas por Frontini e pela comissão técnica. O planejamento depende do avanço da SAF, o que impede uma resposta fechada neste momento.

O que se sabe até aqui:

  • 21 jogadores têm contrato até o fim de 2026
  • Carlos Frontini e a comissão de Louzer fazem as primeiras avaliações
  • A definição depende do avanço do processo de SAF
  • Hebert rescindiu e assinou com o Londrina, com o Bugre mantendo parte dos direitos econômicos
  • O clube segue à procura de reforços

A competição só existe se a regra valer para todos. No caso do Guarani, a regra do momento é a espera: sem SAF definida, cada decisão sobre o elenco é tomada com o que se tem em mãos, não com o que se espera ter.

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