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Funcionário do governo Trump afirma que EUA estão cotados para sediar Copa do Mundo Feminina de 2031

ResumoOs Estados Unidos estão cotados para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2031, conforme declaração de um funcionário do governo Trump. A informação reacende o debate sobre contratos de direitos de imagem e garantias trabalhistas previstas na Lei Pelé e no regulamento da FIFA para atletas.

Um funcionário do governo Trump afirmou que os Estados Unidos estão cotados para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2031. A declaração reacende o debate sobre os contratos de direitos de imagem e as garantias trabalhistas previstas na Lei Pelé e no regulamento da FIFA para atleta

Dr. Genaro Pontes Vilhena
por Dr. Genaro Pontes Vilhena · 17 de julho de 2026
Funcionário do governo Trump afirma que EUA estão cotados para sediar Copa do Mundo Feminina de 2031

Funcionário do governo Trump afirma que EUA estão cotados para sediar Copa do Mundo Feminina de 2031

Um funcionário do governo Trump afirmou que os Estados Unidos estão cotados para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2031. A declaração, feita em maio de 2026, posiciona o país como candidato forte, mas levanta questões contratuais e trabalhistas que envolvem atletas, federações e a FIFA. Para entender os riscos, é preciso olhar para as cláusulas de direitos de imagem e as garantias previstas na Lei Pelé e no regulamento da FIFA.

Um funcionário do governo Trump afirmou que os Estados Unidos estão cotados para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2031. A declaração, feita em maio de 2026, posiciona o país como candidato forte, mas levanta questões contratuais e trabalhistas que envolvem atletas, federações e a FIFA.

A declaração do governo Trump sobre a candidatura dos EUA

A afirmação partiu de um funcionário do governo Trump, que destacou o interesse dos EUA em sediar o torneio feminino. Embora não haja confirmação oficial da FIFA, a declaração sinaliza que o país busca ser o anfitrião da Copa do Mundo Feminina de 2031. Segundo o Banco Central, a economia americana apresentou crescimento de 2,3% no primeiro trimestre de 2026, o que pode fortalecer a candidatura.

A FIFA exige que os países candidatos apresentem garantias financeiras e contratuais. No caso dos EUA, isso inclui a assinatura de acordos com federações locais e a garantia de direitos de imagem para as atletas. A cláusula compensatória, prevista no artigo 28 da Lei Pelé, pode ser aplicada se houver rescisão de contratos por parte das federações.

Os bastidores da negociação com a FIFA

A FIFA ainda não abriu oficialmente o processo de candidatura para 2031, mas a declaração do governo Trump indica que os EUA estão adiantando as conversas. A federação americana de futebol já sinalizou apoio, mas depende de garantias do governo federal. O regulamento da FIFA, em seu artigo 12, estabelece que os anfitriões devem assegurar condições de trabalho dignas para atletas e equipes.

Riscos contratuais para atletas e federações

A candidatura dos EUA à Copa do Mundo Feminina de 2031 levanta riscos contratuais para atletas e federações. O principal ponto é a cláusula de direitos de imagem, que pode ser contestada se o país anfitrião não oferecer proteção legal adequada. No Brasil, a Lei Pelé (Lei nº 9.615/1998) estabelece que o direito de imagem do atleta é um direito autônomo, que pode ser negociado separadamente do contrato de trabalho.

A cláusula compensatória, prevista no artigo 28 da Lei Pelé, pode ser aplicada se houver rescisão de contratos por parte das federações. Em torneios internacionais, a FIFA exige que os contratos sejam registrados em até 48 horas, conforme o Regulamento de Status e Transferência de Jogadores.

Direitos de imagem e a proteção legal nos EUA

Nos EUA, a proteção legal dos direitos de imagem varia de estado para estado. A Califórnia, por exemplo, tem leis mais rígidas, enquanto outros estados não oferecem garantias específicas. A FIFA pode exigir que os EUA adotem uma legislação federal para proteger os direitos das atletas durante o torneio.

Comparação com outras candidaturas

A candidatura dos EUA à Copa do Mundo Feminina de 2031 não é a única. Outros países, como o Brasil e a Alemanha, também demonstraram interesse. O Brasil sediou a Copa do Mundo Feminina de 2027? Não, o torneio de 2027 será na Alemanha, mas o país já sinalizou interesse em 2031.

A Alemanha, por sua vez, tem tradição em sediar grandes eventos esportivos e oferece garantias contratuais sólidas para atletas. A diferença principal está na proteção trabalhista: enquanto a Alemanha segue as diretrizes da FIFA, os EUA precisam alinhar as leis estaduais com as exigências da federação internacional.

O papel da Lei Pelé e do regulamento da FIFA

A Lei Pelé é a principal referência jurídica para contratos esportivos no Brasil. Ela estabelece que o contrato de trabalho do atleta deve ter prazo determinado, com cláusula compensatória em caso de rescisão. O regulamento da FIFA, por sua vez, exige que os contratos sejam registrados e que as federações nacionais garantam os direitos das atletas.

Para a candidatura dos EUA, a FIFA pode exigir que o país adote medidas semelhantes às da Lei Pelé, especialmente em relação aos direitos de imagem e à cláusula compensatória.

Garantias trabalhistas para atletas

As garantias trabalhistas para atletas em torneios internacionais incluem salário mínimo, seguro de saúde e condições de trabalho dignas. A FIFA estabelece que os anfitriões devem assegurar esses direitos, mas a aplicação prática depende da legislação local. Nos EUA, a falta de uma lei federal pode ser um obstáculo.

Impacto da declaração no mercado de contratos esportivos

A declaração do governo Trump já impacta o mercado de contratos esportivos. Federações e clubes começam a renegociar cláusulas de direitos de imagem e prazos de rescisão. Atletas que pretendem jogar a Copa do Mundo Feminina de 2031 devem revisar seus contratos para garantir proteção em caso de mudanças na candidatura.

O contrato é o verdadeiro escudo do atleta. Uma cláusula mal escrita pode custar milhões em direitos de imagem ou indenizações. Por isso, é essencial que atletas e empresários consultem um advogado especializado em direito desportivo antes de assinar qualquer acordo.

Perguntas Frequentes

Os EUA realmente estão cotados para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2031?

Sim, um funcionário do governo Trump afirmou que os EUA estão cotados, mas a FIFA ainda não confirmou a candidatura oficialmente.

Quais são os riscos contratuais para atletas nessa candidatura?

Os principais riscos envolvem direitos de imagem, cláusula compensatória e garantias trabalhistas, que podem variar de acordo com a legislação dos EUA.

A Lei Pelé se aplica a torneios internacionais nos EUA?

Não, a Lei Pelé é brasileira, mas seus princípios podem servir de referência para negociações com a FIFA e federações estrangeiras.

Quando a FIFA deve anunciar o país-sede da Copa do Mundo Feminina de 2031?

A FIFA ainda não divulgou um cronograma oficial, mas espera-se que o anúncio ocorra até 2028.

O que atletas brasileiras devem fazer para se proteger?

Revisar contratos de imagem e trabalho com um advogado especializado, garantindo cláusulas de rescisão e proteção contra mudanças na candidatura.

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