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Parataekwondo: Brasil fatura 4 medalhas em Grand Prix na Coreia

ResumoO Parataekwondo brasileiro conquistou quatro medalhas no Grand Prix de Muju, na Coreia do Sul, na sexta-feira (4). A delegação somou um ouro, uma prata e dois bronzes, com Silvana Fernandes garantindo o título na categoria feminina. O resultado reforça a competitividade do país no cenário internacional da modalidade.

O parataekwondo brasileiro encerrou a sexta-feira (4) com quatro medalhas no Grand Prix de Muju, na Coreia do Sul: um ouro, uma prata e dois bronzes. Silvana Fernandes foi campeã.

Dr. Faustino Aragão Belluci
por Dr. Faustino Aragão Belluci · 04 de setembro de 2026
Parataekwondo: Brasil fatura 4 medalhas em Grand Prix na Coreia

O parataekwondo brasileiro encerrou a sexta-feira (4) com quatro medalhas no Grand Prix de Muju, na Coreia do Sul, evento que reuniu 120 atletas de 27 nacionalidades. A delegação somou um ouro, uma prata e dois bronzes na classe K44, única do esporte no programa dos Jogos Paralímpicos.

A paraibana Silvana Fernandes subiu ao topo do pódio na categoria até 57 quilos. Na decisão, ela venceu a chinesa Yuji Lie por 2 a 0. O ouro veio após a semifinal, na qual Silvana havia superado a compatriota Maria Eduarda Stumpf, da gaúcha, que ficou com o bronze.

O paranaense Gustavo Antonio Ruppel conquistou a prata nos 58 kg. Ele foi superado na final pelo azerbaijano Sabir Zeynalov por 2 a 0. O segundo bronze do país veio com a mineira Ana Carolina Moura, derrotada pela tailandesa Awipa Phiaphan por 2 a 0 na categoria até 65 kg.

No parataekwondo, não há disputa pelo terceiro lugar: os perdedores das semifinais dividem o bronze. Os pódios em Muju distribuíram até 60 pontos no ranking mundial, parâmetro usado para a classificação à Paralimpíada de Los Angeles 2028.

Para nós, que acompanhamos a integridade da competição, o resultado tem leitura dupla. De um lado, o desempenho consistente em classe K44 confirma a força do programa brasileiro. De outro, os pontos somados agora definem o caminho até 2028: cada vitória em Grand Prix encurta a distância para a vaga paralímpica. A regra vale para todos, e o Brasil soube usá-la a seu favor nesta sexta.

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