Futebol

Vitória desafia jejum de 16 anos contra o Cruzeiro na Série A

ResumoO Vitória não vence o Cruzeiro há 16 anos, maior jejum do clube contra qualquer adversário da Série A. O Leão enfrenta os mineiros na 28ª rodada buscando quebrar a sequência negativa que persiste desde 2009.

O Vitória entra na 28ª rodada da Série A carregando um jejum de 16 anos contra o Cruzeiro. Os mineiros são o time que o Leão está há mais tempo sem vencer entre os 20 clubes da elite nacional.

Dr. Genaro Pontes Vilhena
por Dr. Genaro Pontes Vilhena · 17 de setembro de 2026
Vitória desafia jejum de 16 anos contra o Cruzeiro na Série A

O Vitória não vence o Cruzeiro em compromisso válido pela Série A há 16 anos. Entre os 20 clubes da elite nacional, os mineiros são o adversário que o Rubro-Negro está há mais tempo sem bater, e a 28ª rodada do Campeonato Brasileiro recoloca esse histórico em campo.

O jejum de 16 anos contra o Cruzeiro é o mais longo do Vitória na Série A. A sequência serve de contraponto a outros tabus já encerrados pelo clube nas últimas temporadas.

Desde que voltou à Série A, o Vitória disputa em 2026 a terceira edição seguida da competição. A permanência na elite permitiu ao Rubro-Negro quebrar jejuns que se acumulavam havia anos. O Santos não era vencido desde 2013, o Bahia desde 2014, o Grêmio e o São Paulo desde 2016, e o Botafogo desde 2017.

Restam, além do Cruzeiro, outros adversários que o Vitória ainda não conseguiu vencer desde o retorno à primeira divisão: Corinthians, Flamengo e Chapecoense. No caso da Chape, a fonte original faz uma ressalva que vale registrar.

A leitura contratual do calendário importa tanto quanto a tabela. Enfrentar o rival de jejum mais longo em rodada avançada muda a margem de negociação interna do elenco e a pressão sobre renovações e cláusulas de desempenho. O contrato é o verdadeiro escudo do atleta, e uma cláusula mal escrita custa milhões, inclusive quando o resultado em campo redefine o valor de mercado de quem está em fim de vínculo.

O risco contratual a observar é o de sempre: jejum longo contra um adversário específico costuma virar pauta emocional, não técnica. Quem trata o tabu como cláusula de desempenho individual assina o que não deve.

Leia também

Publicidade