Torcedor do Remo viraliza ao torcer com gatinha: "Chamei de Leonina"
Torcedor do Remo viraliza ao torcer com gatinha em jogo contra Atlético-MG: "Chamei de Leonina"
O empate em 2 a 2 entre Remo e Atlético-MG, no último sábado, dia 8, pela 22ª rodada da Série A, registrou 15.235 torcedores no Estádio Mangueirão. Mas uma "torcedora" especial não entrou nos números oficiais e viralizou após o duelo.
Um azulino registrou, nas redes sociais, o apoio ao time ao lado de uma gatinha que, segundo ele, o acompanhou durante todos os 90 minutos. Ao final do jogo, cada um seguiu o próprio caminho, já que o torcedor explicou que não adotou o animal por conta dele estar na fase de amamentação, mas ainda sim resolveu batizar de "Leonina", nome alusivo ao Leão, mascote do clube.
O que a regra diz sobre animais no estádio?
A cena levanta uma dúvida comum entre torcedores: é permitido entrar com animal em um estádio de futebol? Pela Regra 1, o campo de jogo deve estar livre de objetos que possam representar perigo. O controle de acesso, porém, fica a cargo do regulamento da competição e do estatuto do torcedor.
No caso do Mangueirão, a presença da gatinha não foi registrada como ocorrência. O que o árbitro vê e o que a câmera mostra são coisas diferentes. Em campo, o que importa é a bola e a segurança dos atletas. Fora dele, a decisão sobre animais é administrativa.
A regra existe antes do lance, não depois
Quando falamos de arbitragem, a regra existe antes do lance, não depois. O árbitro não cria a norma no momento da jogada, ele a aplica. No caso de um animal na arquibancada, a responsabilidade é da organização do evento, não da equipe de arbitragem.
Eu, como comentarista, costumo lembrar que o árbitro tem funções delimitadas. Ele não fiscaliza o público, a menos que haja invasão ou interferência. A gatinha ficou no colo do torcedor, sem atrapalhar o jogo. Portanto, não houve infração às regras de futebol.
A diferença entre erro de regra e erro de avaliação
É importante separar erro de regra de erro de avaliação. Erro de regra é quando o árbitro aplica mal uma norma, como marcar pênalti em toque fora da área. Erro de avaliação é quando ele interpreta um lance de forma diferente da câmera, como um choque de ombro.
No episódio da gatinha, não há nem um nem outro. Não houve lance polêmico, não houve revisão do VAR, não houve cartão. A história é sobre um torcedor que, num dia normal de jogo, com torcida inflamada e bola rolando, encontrou uma companhia inusitada.
O que a súmula registra
A súmula da partida registra os gols, os cartões, as substituições e as ocorrências disciplinares. Animais na arquibancada não fazem parte do documento oficial. O que fica para a história é a imagem do azulino com a gatinha, que viralizou nas redes.
O empate em casa, diante de 15.235 torcedores, manteve o Remo na briga por posições na tabela. Mas a "Leonina" ganhou o jogo das redes sociais, sem precisar entrar em campo.
Perguntas Frequentes
É permitido levar animal para estádio de futebol?
A permissão depende do regulamento da competição e do estatuto do torcedor. No caso do Mangueirão, a presença da gatinha não gerou ocorrência oficial.
Por que o torcedor chamou a gatinha de "Leonina"?
O nome é uma alusão ao Leão, mascote do clube do Remo. O torcedor batizou o animal mesmo sem adotá-lo, pois a gatinha estava na fase de amamentação.
O árbitro poderia ter interferido por causa do animal?
Não. A fiscalização do público é responsabilidade da organização do evento, não da arbitragem. O árbitro só age se houver invasão ou interferência no jogo.
Qual foi o público no jogo Remo e Atlético-MG?
O público total registrado foi de 15.235 torcedores no Estádio Mangueirão, no empate em 2 a 2 pela 22ª rodada da Série A.