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Cuiabá precisa de 7 vitórias em 10 jogos para alcançar o G6

ResumoCuiabá precisa de sete vitórias nos últimos 10 jogos da Série B para alcançar 61 pontos e entrar na briga pelo G6. O time soma 40 pontos após 28 rodadas e está seis pontos atrás do Atlético-GO, sexto colocado.

Com 40 pontos após 28 rodadas, o Cuiabá está a seis pontos do Atlético-GO, sexto colocado, e precisa de sete vitórias nos últimos 10 jogos para somar os 21 pontos que o levariam aos 61 e à briga pelo G6 da Série B.

Berenice Lustosa Caminha
por Berenice Lustosa Caminha · 16 de setembro de 2026
Cuiabá precisa de 7 vitórias em 10 jogos para alcançar o G6

O Cuiabá entra na reta final da Série B com 10 partidas para buscar uma vaga no G6 e disputar o playoff de acesso. Após 28 rodadas, a equipe soma 40 pontos e está seis pontos atrás do Atlético-GO, sexto colocado. O empate por 1 a 1 com o Novorizontino, na 28ª rodada, manteve a distância e o cenário de perseguição na tabela.

A conta para chegar aos 61 pontos é direta: o Cuiabá tem 40 e precisa somar mais 21 nos 10 jogos restantes. Sete triunfos acrescentariam exatamente os 21 pontos necessários, dos 30 ainda em disputa. A marca não garante matematicamente a sexta posição, já que a classificação também dependerá dos resultados dos concorrentes, mas representa uma pontuação que historicamente colocou equipes no G6.

O que a média histórica diz sobre os 61 pontos

Desde 2016, a pontuação do sexto colocado da Série B variou entre 56 e 63 pontos. A média no período é de 59,5 pontos. Em duas temporadas, 57 pontos foram suficientes para terminar na sexta posição: Sampaio Corrêa, em 2020, e Ituano, em 2022. Os 61 pontos projetados pelo Cuiabá ficam acima da média recente e dentro da faixa que, com folga, costuma carimbar presença no G6.

O número também explica por que o time não depende apenas de si. Cada tropeço do Atlético-GO ou de outro concorrente direto reduz a exigência de vitórias do Cuiabá na reta final. A matemática do acesso passa a ser uma equação de duas variáveis: os pontos conquistados pelo time mato-grossense e os resultados paralelos de quem está à frente.

Um ano de trabalho e a reta mais curta do calendário

O treinador completou um ano no comando do Cuiabá, o que dá à comissão técnica repertório sobre o grupo e sobre o que funcionou ao longo da temporada. Esse tempo de trabalho ajuda na leitura de adversários e na definição de escalações para jogos decisivos, mas não altera a aritmética: são 10 jogos, 30 pontos em disputa e a necessidade de converter dois terços deles em vitórias.

A sequência final concentra o esforço em poucas semanas. Para dirigentes e torcedores, o cenário é de otimismo controlado: a pontuação projetada tem respaldo histórico, mas qualquer empate reduz a margem de erro. É o tipo de reta em que a classificação se decide tanto pelo desempenho próprio quanto pela oscilação dos adversários diretos na parte de cima da tabela.

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