Balanço da janela do Flamengo: astros, reforços e Plata
O período de transferências para o mercado brasileiro se encerrou nesta sexta-feira. A janela do Flamengo não foi tão estrelada quanto em anos anteriores, mas teve movimentação: interesse em astros, reforços fora do radar e uma polêmica de negociação frustrada.
Em resumo, o clube rubro-negro tentou dois nomes de peso, contratou reforços que não estavam no noticiário e viu uma negociação com o Dínamo Moscou não se concretizar. A seguir, o balanço do que aconteceu no período.
Astros na mira: Almada e Luiz Henrique
Dois nomes ganharam semanas de noticiário. Thiago Almada, que estava no Atlético de Madrid e foi para o River Plate, e Luiz Henrique, que permaneceu no Zenit, da Rússia. O Flamengo negociou com ambos, mas não conseguiu fechar as contratações.
Não houve contratação considerada bombástica, o que não significa que o clube não tentou. A leitura contratual é direta: quando a negociação trava, o problema costuma estar na estrutura da cláusula, não no valor.
Reforços fora do radar
Além das tentativas por Almada e Luiz Henrique, o Flamengo contratou reforços que não estavam no radar da imprensa. O ge fez um balanço do período e detalhou o que aconteceu na janela.
Polêmica com Gonzalo Plata
A negociação frustrada de Gonzalo Plata com o Dínamo Moscou foi um dos pontos de polêmica da janela. O acordo não avançou, e o caso ficou marcado como um dos episódios do período.
Em contratos internacionais, a cláusula compensatória (valor devido pela rescisão antecipada) e os direitos de imagem costumam ser os pontos que travam a assinatura. O regulamento da FIFA e a Lei Pelé tratam desses temas, e a diferença de redação entre os dois costuma custar milhões.
O risco contratual a observar é a próxima janela: negociação frustrada não é derrota definitiva, mas cláusula mal escrita vira passivo. como funciona a cláusula compensatória na Lei Pelé
janela de transferências do mercado brasileiro