# Santos: Gabigol e Rollheiser comandam vitória com susto

> Santos venceu o Internacional por 3 a 2 no Beira-Rio, pela 26ª rodada do Brasileirão. Gabigol e Rollheiser comandaram a vitória santista com atuações decisivas, mas o time sofreu com a reação colorada no segundo tempo. O resultado mantém o Santos em posição competitiva na tabela do campeonato nacional.

*Justiça Desportiva · Futebol · 07 de setembro de 2026 · Berenice Lustosa Caminha*

O Santos venceu o Internacional por 3 a 2 no Beira-Rio, pela 26ª rodada do Brasileirão. Gabigol e Rollheiser foram os destaques, mas o time sofreu com a reação colorada no segundo tempo.

O Santos venceu o Internacional por 3 a 2, no Beira-Rio, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. Gabigol e Rollheiser foram os principais nomes de uma equipe eficiente no primeiro tempo, que abriu três gols de vantagem. Na etapa final, porém, o Peixe perdeu intensidade, permitiu a reação colorada e precisou resistir à pressão para confirmar o resultado.

**Resposta direta:** O Santos venceu por 3 a 2, com dois gols de Gabigol e um de Oliva. Rollheiser deu assistência no lance do pênalti e no cruzamento para o terceiro gol. O time chegou a abrir 3 a 0, mas viu o Inter diminuir com Aguirre e Bruno Henrique, de pênalti, antes do fim.

Gabigol foi o principal nome da vitória. Aproveitou a falha de Félix Torres para abrir o placar, sofreu e converteu o pênalti do segundo gol e ofereceu profundidade ao ataque. Foi decisivo nas oportunidades que recebeu, embora tenha desperdiçado uma chance de marcar o terceiro na etapa final. Rollheiser, por sua vez, participou bastante da construção ofensiva, encontrou Gabigol em profundidade no lance do pênalti e cruzou para o gol de Christian Oliva. Sua influência diminuiu no segundo tempo, quando o time passou a ter menos controle.

A defesa teve atuação consistente na maior parte do jogo. Gabriel Brazão fez boas intervenções em cruzamentos e apareceu quando exigido, especialmente em uma finalização de Aguirre no início do segundo tempo. Não teve chances no belo chute que originou o primeiro gol do Inter e acabou deslocado na cobrança de pênalti de Bruno Henrique. Willian Arão voltou a apresentar segurança como zagueiro, formando dupla consistente com Luan Peres. Escobar foi bem defensivamente, especialmente nos confrontos com Vitinho, e encontrou mais liberdade para avançar após a expulsão de Matheus Bahia. Igor Vinícius teve participação discreta no ataque.

O meio-campo ajudou a construir a vantagem, mas recuou demais no segundo tempo. Oliva teve atuação importante, coroada com o terceiro gol santista, e ajudou na marcação. Na etapa final, porém, demorou a pressionar no lance do gol de Aguirre. Arthur estreou de maneira segura, protegendo a posse e ajudando a diminuir o ritmo do Inter. Lima, também estreante, teve participação limitada e desperdiçou uma oportunidade de ampliar ao se enrolar com a bola em contra-ataque.

A reação colorada expôs a queda de rendimento. O meio-campo perdeu o controle, a equipe teve dificuldades para sair jogando e o Internacional passou a permanecer no campo ofensivo. Mesmo com um jogador a mais, o Santos sofreu para criar e não aproveitou os espaços deixados pelo adversário. Miguelito teve entrada negativa: pouco depois de ser acionado, cometeu o pênalti em Vitinho que permitiu ao Inter diminuir para 3 a 2 e recolocou pressão nos minutos finais.

Cuca montou equipe eficiente para explorar erros e transições, e o plano funcionou no primeiro tempo. Na etapa final, o treinador tentou recuperar o controle com Arthur e renovou o time com outras substituições, mas não evitou a queda de rendimento. O Santos venceu, porém deixou uma partida encaminhada se transformar em sofrimento. A vitória mantém o time na briga no Brasileirão, mas o desempenho do segundo tempo serve de alerta para os próximos jogos.

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