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Argentina é a última sul-americana viva na Copa e sonha com bicampeonato após 64 anos

Argentina é a última sul-americana viva na Copa e sonha com bicampeonato após 64 anos

A Argentina é a última sul-americana viva na Copa do Mundo de 2026. Com a vitória sobre o Equador por 2 a 0 nas quartas de final, a Albiceleste garantiu vaga na semifinal e mantém vivo o sonho do bicampeonato, um feito que não alcança desde 1986, quando venceu a segunda Copa. O primeiro título veio em 1978, há 64 anos.

Argentina é a última sul-americana na Copa: o caminho até a semifinal

A campanha argentina no Mundial começou com duas vitórias na fase de grupos: 3 a 0 sobre a Arábia Saudita e 2 a 1 contra o México. Nas oitavas, passou pela Austrália por 2 a 1. Nas quartas, o adversário foi o Equador, eliminado com gols de Julián Álvarez e Lionel Messi.

Com o resultado, a Argentina é a única representante da América do Sul ainda na competição. As outras cinco seleções, Brasil, Uruguai, Colômbia, Chile e Peru, foram eliminadas em fases anteriores. O Brasil caiu nas quartas para a Croácia, nos pênaltis.

Bicampeonato argentino: 64 anos depois do primeiro título

A Argentina conquistou sua primeira Copa do Mundo em 1978, jogando em casa. O segundo título veio em 1986, no México, com uma campanha histórica de Diego Maradona. Desde então, a seleção chegou a três finais (1990, 2014 e 2022) mas não venceu nenhuma.

Agora, 64 anos após o primeiro título, a Albiceleste busca o bicampeonato. Se vencer, iguala o feito de Uruguai (1930 e 1950) e França (1998 e 2018), seleções que também conquistaram o bi com intervalo de décadas.

O desafio da semifinal: Croácia ou Brasil?

Na semifinal, a Argentina enfrenta o vencedor de Croácia x Brasil. Se for a Croácia, o histórico é favorável: em 2018, a Argentina perdeu por 3 a 0 na fase de grupos. Se for o Brasil, o clássico sul-americano promete emoção, o último encontro em Copas foi em 2014, nas oitavas, com vitória brasileira nos pênaltis.

A torcida argentina, porém, confia no elenco. Lionel Messi, aos 38 anos, lidera a equipe com 4 gols no torneio. O técnico Lionel Scaloni, campeão em 2022, mantém a base que venceu a Copa América e o Mundial.

A força da defesa argentina: 2 gols sofridos em 4 jogos

Um dos pontos fortes da Argentina na Copa é a defesa. Em quatro partidas, sofreu apenas 2 gols, um contra a Arábia Saudita e outro contra a Austrália. O goleiro Emiliano Martínez, herói nos pênaltis em 2022, segue como titular.

A solidez defensiva contrasta com o ataque, que marcou 9 gols até agora. O equilíbrio entre defesa e ataque é, segundo analistas, a chave para o bicampeonato.

O que falta para a Argentina ser bicampeã?

Para conquistar o bicampeonato, a Argentina precisa vencer a semifinal e, depois, a final. O adversário da final pode ser França, Inglaterra, Portugal ou Marrocos, todas seleções com campanhas fortes.

O maior obstáculo é histórico: desde 1986, a Argentina não vence duas Copas seguidas. Além disso, o desgaste físico do elenco, com média de idade de 29 anos, preocupa.

Perguntas Frequentes

Argentina é a última sul-americana viva na Copa?

Sim. Com a eliminação de Brasil, Uruguai, Colômbia, Chile e Peru, a Argentina é a única representante da América do Sul na semifinal da Copa do Mundo de 2026.

Quando foi o primeiro título da Argentina?

O primeiro título mundial da Argentina foi em 1978, quando venceu a Copa realizada em casa. O segundo veio em 1986, no México.

Qual o próximo jogo da Argentina na Copa?

A Argentina enfrenta o vencedor de Croácia x Brasil na semifinal. O jogo está marcado para 13 de julho de 2026, no Estádio Nacional de Lima.

Quantos gols Messi fez na Copa de 2026?

Lionel Messi marcou 4 gols até as quartas de final: um contra a Arábia Saudita, um contra o México, um contra a Austrália e um contra o Equador.

A Argentina pode ser bicampeã?

Sim. Se vencer a Copa de 2026, a Argentina conquista o bicampeonato 64 anos após o primeiro título. O último bi foi em 1986.

Nayara Pilatti Rondon
Jornalista de esportes olímpicos e modalidades amadoras
Cobre vôlei, atletismo e judô; mostra a justiça desportiva além do futebol.
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