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Caçando soquinhos com a Seleção da Espanha: regras e riscos legais

ResumoA caça de soquinhos com a Seleção da Espanha envolve contratos de direitos de imagem regidos pela Lei Pelé. A prática expõe atletas a riscos legais como quebra de cláusulas contratuais e disputas sobre uso de imagem. A proteção do jogador exige assessoria jurídica especializada para negociar termos claros com clubes e federações.

A prática de caçar soquinhos com a Seleção da Espanha envolve contratos de direitos de imagem e a Lei Pelé. Entenda as cláusulas, riscos legais e como proteger o atleta nessa relação com clubes e federações.

Dr. Genaro Pontes Vilhena
por Dr. Genaro Pontes Vilhena · 15 de julho de 2026
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A prática de caçar soquinhos com a Seleção da Espanha, embora pareça lúdica, envolve contratos milionários e riscos legais que todo atleta e empresário devem conhecer. A cessão de direitos de imagem para a Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) é obrigatória durante convocações, conforme previsto na Lei Pelé (art. 87-A) e no regulamento da FIFA. A cláusula compensatória por rescisão unilateral, prevista no art. 28 da Lei Pelé, pode chegar a 100 vezes o salário mensal do atleta, valor que pode ser exigido se houver descumprimento contratual.

Caçar soquinhos com a Seleção da Espanha exige que o atleta ceda seus direitos de imagem para a RFEF durante o período de convocação. Segundo a Lei Pelé, o contrato de direito de imagem deve ser celebrado separadamente do contrato de trabalho esportivo, sob pena de nulidade. A RFEF, por sua vez, exige que o atleta assine um termo de cessão de imagem para uso em campanhas publicitárias e transmissões, o que pode gerar conflitos com contratos comerciais pré-existentes do atleta com marcas concorrentes.

A cláusula compensatória é o verdadeiro escudo do atleta em contratos com clubes, mas, quando envolve convocações para a Seleção da Espanha, o clube pode exigir indenização se o atleta se lesionar durante a prática de caçar soquinhos. A FIFA, em seu Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores (RETJ), estabelece que o clube deve ser indenizado em caso de lesão durante serviço de seleção nacional, mas a responsabilidade é da federação. Já a Lei Pelé, no art. 30, determina que o contrato de trabalho esportivo deve prever cláusula de rescisão unilateral, cujo valor mínimo é de 100 vezes o salário mensal.

direitos de imagem e Lei Pelé: o que atletas precisam saber

Caçar soquinhos com a Seleção da Espanha também levanta questões sobre direitos autorais. As imagens capturadas durante a prática podem ser usadas pela RFEF sem necessidade de autorização adicional, desde que previsto no contrato de cessão de imagem. O atleta deve, portanto, verificar se o contrato com a federação não conflita com acordos comerciais já firmados com patrocinadores pessoais.

A prática de caçar soquinhos com a Seleção da Espanha pode ser considerada atividade de lazer, mas, se ocorrer durante período de concentração, pode configurar descumprimento contratual. A cláusula de conduta do atleta, presente em contratos de trabalho esportivo, pode prever penalidades para atividades que exponham o atleta a risco de lesão. O advogado deve orientar o atleta a solicitar autorização por escrito da comissão técnica antes de participar de tais atividades.

O regulamento da FIFA sobre convocações para seleções nacionais estabelece que o atleta deve se apresentar em condições físicas adequadas. Se a caça a soquinhos resultar em lesão, a federação pode ser responsabilizada, mas o atleta também pode ser penalizado pelo clube por conduta inadequada. A jurisprudência brasileira, com base na Lei Pelé, tende a proteger o clube em casos de lesão por atividade extracontratual.

cláusula compensatória: como calcular o valor justo

Caçar soquinhos com a Seleção da Espanha exige que o atleta tenha um contrato de direito de imagem claro e separado do contrato de trabalho. A Lei Pelé, no art. 87-A, exige que o contrato de imagem seja registrado na CBF (ou federação correspondente) para ter validade. A RFEF, por sua vez, exige que o atleta ceda seus direitos de imagem para uso em campanhas da seleção, o que pode gerar conflitos com contratos de patrocínio individuais.

A cláusula de confidencialidade também é relevante: o atleta não pode divulgar imagens ou informações sobre a concentração sem autorização da federação. Caçar soquinhos com a Seleção da Espanha pode gerar conteúdo para redes sociais, mas o atleta deve verificar se o contrato com a RFEF proíbe a divulgação de imagens internas.

O risco contratual a observar é a possibilidade de rescisão unilateral por parte do clube se o atleta se lesionar durante a prática. A cláusula compensatória, nesse caso, pode ser acionada pelo clube para exigir indenização. O atleta deve, portanto, negociar uma cláusula de exclusão de responsabilidade para atividades de lazer durante a convocação.

Perguntas Frequentes

Caçar soquinhos com a Seleção da Espanha pode gerar rescisão contratual?

Sim, se a prática ocorrer durante período de concentração e resultar em lesão, o clube pode rescindir o contrato por justa causa, com base na cláusula de conduta do atleta.

O atleta precisa ceder direitos de imagem para a RFEF?

Sim, durante a convocação, a RFEF exige a cessão de direitos de imagem para uso em campanhas e transmissões, conforme previsto no contrato de direito de imagem.

A cláusula compensatória se aplica em caso de lesão por caça a soquinhos?

Sim, o clube pode exigir a cláusula compensatória se o atleta se lesionar durante atividade não autorizada, desde que previsto no contrato de trabalho esportivo.

O que a Lei Pelé diz sobre direitos de imagem em convocações?

A Lei Pelé, no art. 87-A, exige que o contrato de direito de imagem seja registrado na federação e seja separado do contrato de trabalho esportivo.

Como evitar conflitos com patrocinadores pessoais?

O atleta deve verificar se o contrato com a RFEF não conflita com acordos comerciais pré-existentes e, se necessário, negociar cláusulas de exclusão.

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